Consultoria

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Gestão de Governança e Complicance

Estruturação de áreas, processos, diretrizes, manuais e procedimentos de governança, controles e compliance da cooperativa, trazendo total controle e alinhamento perfeito com as diretrizes da instituição, engajando os colaboradores e melhorando o processo continuadamente.

  • As melhores ferramentas e práticas de governança para a estruturação de áreas, processos, diretrizes, manuais e procedimentos.
  • Processo de checagem e mensuração de total controle e alinhamento com as diretrizes da instituição.
  • Construção de engajamento e cultura de governança com o colaborador.

Como Faremos

Planejamento é tudo, então para saber aonde ir, precisamos saber como estamos.

Levantamento minucioso de dados da cooperativa e delinear um objetivo como plano de ação.

  • O que a cooperativa quer passar como imagem aos seus diversos públicos?
  • Como alinhar os interesses econômicos e financeiros aos valores, missão, meta e visão da instituição?
  • Como aculturar cada funcionário com os valores e missão da cooperativa?
  • Sincronizar cada atitude, processo e função com os valores da cooperativa.
Após o detalhamento e esclarecimento dos valores da cooperativa, investigaremos os riscos das operações e como eles são abordados.

Como mapear, identificar, isolar e trabalhar cada risco de cada operação a qual a cooperativa está sujeita, adequando-a as melhores práticas do mercado de gestão internacional.

  • Quais os riscos que pela legislação e prática de mercado a cooperativa está sujeita?
  • Como a instituição trabalha a prevenção e resolução de cada risco?
  • Quais as melhores formas de trabalhar cada risco tanto pela legislação como replicando o que os melhores gestores de risco fazem?
Com a estratégia traçada, como atacaremos?

Como estruturar o setor tanto estratégica como operacionalmente falando, adequando-o as melhores práticas do mercado de gestão internacional.

  • Como alinhar as melhores formas de prevenção de risco com os objetivos e metas da cooperativa com manualização dos processos pertinentes à área de controles internos.
  • Análise e elaboração de todas as premissas de gerenciamento de risco levando em conta compromissos de curto, médio e longo prazo de liquidez.
  • Estruturação de todo o setor de controles, com funções, responsabilidades e graus de autonomia.
Quem são os responsáveis pelos controles, como devem funcionar e como aculturar cada funcionário da cooperativa com esse compromisso.

Além de deixar claro todas as funções é importantíssimo impregnar cada funcionário com a cultura do cuidado à instituições que trabalha.

  • Clareza total de cada função, objetivo e necessidade dos atuantes no controle interno.
  • Manuais claros, detalhados e precisos das regras a serem seguidas e conscientização do porque dessas regras existirem.
  • Aculturamento e convencimento dos funcionários da cooperativa para serem protagonistas no processo de controles.
Melhorar sempre, analisando os processos e ajustando os pontos a serem otimizados.

Montar um processo de controles internos aonde as melhores práticas são utilizadas, os bons resultados são replicados e os ajustes são imediatamente feitos.

  • Idealização de um processo de checagem contínua de procedimentos.
  • Monitoramento constante da eficiência de gerenciamento dos riscos e como essas práticas podem ser melhoradas e implementadas.
  • Quais ferramentas de acompanhamento, cobrança e análise podemos trabalhar de uma forma rápida, direta e de fácil execução?

1ª Visita

Duração: Quatro dias úteis
Colher informações e reunião de direcionamento

Elaboração

Duração: Quarenta e cinco dias corridos
Confecção dos manuais, estratégia e demais procedimentos

2ª Visita

Duração: Sete dias úteis
Reunião para apresentação dos manuais e diretrizes.
Implementação dos procedimentos idealizados

3ª Visita

Duração: Três dias
Reunião de monitoramento, ajustes e checagem dos resultados.

Existe na cooperativa um processo de verificar a eficiência e eficácia das operações com prevenção de fraudes e erros?

 

O gerenciamento de todos os riscos estão em conformidade com diretrizes do banco central?

 

Existem mecanismos para assegurar a confiabilidade e integridade das informações financeiras do empreendimento cooperativo?